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AWS PrivateLink, explicado

AWS PrivateLink, explicado

Quem implementa conectividade AWS tem várias opções, incluindo o PrivateLink. Mas quando ele é mais indicado? Detalhamos os usos e benefícios desse método de conectividade privada.

Quando o assunto é conectividade AWS, não faltam opções. Algumas são bastante comuns, como Virtual Gateway (VGW), Transit Gateway (TGW), emparelhamento de VPCs (nuvens privadas virtuais) e Direct Connect (DX).

Outras são mais recentes e atendem a casos específicos, como Gateway Load Balancer (GWLB), VPC Lattice e PrivateLink.

Mas o que é PrivateLink e quando é a melhor escolha? Como pode ser implementado e quais são seus benefícios?

Este artigo responde a essas perguntas sobre AWS PrivateLink.

Índice

O PrivateLink é um mecanismo de rede que permite acessar uma aplicação ou serviço em uma VPC, a “VPC do provedor de serviços”, a partir de clientes em outras VPCs, ou por meio delas, na mesma região AWS. Essas são as “VPCs consumidoras”.

O consumidor acessa o serviço de forma privada por uma interface, o endpoint de VPC, implantada localmente na sua VPC. Não é necessária conectividade com a internet, e todo o tráfego permanece na rede privada AWS.

Também é possível acessar o endpoint por Direct Connect, permitindo conectividade privada de ponta a ponta com aplicações e integrações a partir da LAN/WAN corporativa ou do data center.

É importante destacar que a VPC do provedor e as VPCs consumidoras podem pertencer a contas AWS diferentes.

Diagrama AWS PrivateLink

Há três casos de uso principais:

  • Serviços internos – Ofereça acesso simples, seguro e privado a uma aplicação em uma VPC para clientes de outra VPC, sem se preocupar com rotas, IPs sobrepostos, grupos de segurança ou firewalls.
  • Serviços SaaS – Alguns provedores SaaS que hospedam workloads na AWS usam o PrivateLink para oferecer conexão privada e segura aos clientes. A VPC do serviço pertence ao provedor SaaS, e a consumidora ao cliente.
  • Serviços Amazon – Muitos serviços Amazon estão disponíveis diretamente pelo PrivateLink, sem enviar tráfego pela internet. Isso permite caminhos de alto desempenho para serviços de grande volume, como S3, e acesso a serviços específicos a partir de VPCs sem qualquer conexão com a internet.

A conectividade automatizada, gerenciada e privada do PrivateLink oferece vários benefícios:

  • Tráfego seguro – O tráfego nunca atravessa a internet pública, reduzindo a exposição a ameaças. Os IPs privados permitem fornecer e consumir serviços em ambientes protegidos sem internet. Você também pode associar grupos de segurança e anexar uma política de endpoint às interfaces para controlar precisamente o acesso aos serviços.
  • Gerenciamento de rede simplificado – Conecte serviços entre contas AWS e VPCs sem regras de firewall, tabelas de rotas, gateways de internet, NAT ou privados, Transit Gateway, emparelhamento ou gerenciamento de CIDR e IPs sobrepostos, simplificando a experiência.
  • Melhor escalabilidade – O PrivateLink permite estabelecer acesso unidirecional de várias VPCs consumidoras a uma aplicação ou serviço de forma rápida, eficiente e segura.
  • Melhor desempenho – Os endpoints de VPC oferecem 10 Gbps por padrão e escalam automaticamente até 100 Gbps, permitindo caminhos dedicados de alto desempenho para serviços específicos.

Na página de preços do PrivateLink, a AWS explica que:

  • Cada hora em que o endpoint permanece provisionado em cada zona de disponibilidade é cobrada, independentemente do estado da associação ao serviço.
  • A cobrança por hora termina quando o cliente exclui o endpoint.
  • Também termina se o proprietário rejeitar a conexão do endpoint e o serviço for posteriormente excluído. Esses endpoints não podem ser reutilizados e devem ser excluídos.
  • Há cobrança por gigabyte processado pelo endpoint, independentemente da origem ou do destino.
  • Cada fração de hora é cobrada como uma hora completa.

As tarifas dependem do tipo de endpoint. Consulte a página de preços para detalhes específicos e atuais.

A diferença entre PrivateLink e endpoints de VPC não é imediatamente óbvia. Parte da funcionalidade dos endpoints integra o PrivateLink. Os endpoints são recursos implantados em uma VPC para oferecer um caminho de acesso a serviços.

Existem três tipos:

  • Endpoint de interface - É o tipo usado pelo PrivateLink: uma interface de rede com IP na sub-rede da VPC. As solicitações usam diretamente esse IP ou, mais frequentemente, um nome DNS que o resolve. O PrivateLink encaminha as solicitações de forma transparente ao provedor e retorna as respostas.
  • Endpoint de gateway - Conecta-se à VPC de forma semelhante a um Internet Gateway (IGW) ou Virtual Gateway (VGW). Não aparece como IP, mas como destino na tabela de rotas. O tráfego para os IPs do serviço passa por ele. Está disponível apenas para S3 e DynamoDB, que também oferecem endpoints de interface, e só pode ser usado por recursos da VPC local.
  • Endpoint Gateway Load Balancer - Encaminha tráfego a appliances virtuais, como firewalls, implantados pelo serviço ou arquitetura Gateway Load Balancer.

Ambos permitem acessar recursos de uma VPC a partir de outra, mas os métodos e casos de uso são diferentes.

O PrivateLink cria uma interface local com IP local para acesso unidirecional a uma aplicação ou porta específica. O emparelhamento cria uma conexão Layer 3 bidirecional entre duas VPCs.

Assim, o PrivateLink permite acessar uma aplicação específica na outra VPC sem tráfego na direção inversa. O emparelhamento permite que todos os recursos das duas VPCs se comuniquem.

O emparelhamento também conecta VPCs em regiões diferentes, ao contrário do PrivateLink. Porém, os dois podem ser combinados para estender o PrivateLink entre regiões.

Principais diferenças:

Conectividade

  • AWS PrivateLink: Oferece acesso unidirecional de uma VPC a uma aplicação ou serviço específico em outra, por uma interface local com IP local.
  • Emparelhamento de VPCs: Cria uma conexão Layer 3 bidirecional entre duas VPCs, permitindo comunicação entre todos os recursos.

Caso de uso

  • AWS PrivateLink: Ideal para disponibilizar um serviço específico a outra VPC com alta segurança e isolamento.
  • Emparelhamento de VPCs: Adequado para redes totalmente interligadas em que várias VPCs precisam se comunicar diretamente.

Arquitetura

  • AWS PrivateLink: Usa endpoints de interface para conexões privadas aos serviços, simplificando segurança e controle de acesso.
  • Emparelhamento de VPCs: Exige uma conexão para cada par de VPCs, aumentando a complexidade com o número de VPCs.

Roteamento transitivo

  • AWS PrivateLink: Não oferece suporte. O tráfego fica limitado à conexão do endpoint.
  • Emparelhamento de VPCs: Não oferece suporte. Cada VPC precisa estar diretamente emparelhada com todas com que precisa se comunicar.

Conectividade de rede

  • AWS PrivateLink: Limitado à região das VPCs, mas pode ser estendido por emparelhamento.
  • Emparelhamento de VPCs: Oferece conexões na mesma região e entre regiões diferentes.

Segurança

  • AWS PrivateLink: Mantém o tráfego na rede AWS e limita a exposição a um serviço ou aplicação.
  • Emparelhamento de VPCs: Permite comunicação segura sem internet pública, mas torna os recursos das VPCs acessíveis entre si.

Complexidade

  • AWS PrivateLink: Mais simples para acesso a serviços específicos, com controle de acesso simplificado.
  • Emparelhamento de VPCs: Mais complexo à medida que aumentam as VPCs e as conexões necessárias.

Casos de uso

Escolha o AWS PrivateLink se:

  • Precisar oferecer acesso a um serviço específico em outra VPC.
  • Precisar de acesso unidirecional para controles de segurança mais rigorosos.
  • Quiser simplificar a configuração e o gerenciamento das conexões com um serviço.

Escolha o emparelhamento de VPCs se:

  • Precisar de comunicação bidirecional completa entre duas ou mais VPCs.
  • Sua arquitetura exigir conexão direta entre todos os recursos das VPCs.
  • Precisar conectar diretamente VPCs em regiões diferentes.

O Transit Gateway (TGW) é cada vez mais usado para criar conexões roteadas entre várias VPCs. Assim como o emparelhamento, oferece conectividade Layer 3 bidirecional completa, com acesso a todos os recursos das VPCs conectadas.

O PrivateLink oferece acesso unidirecional de uma VPC consumidora a um único serviço na VPC do provedor.

Os dois podem ser combinados para fornecer acesso centralizado a um endpoint PrivateLink a partir de várias VPCs.

Principais diferenças:

Conectividade

  • Transit Gateway: Oferece conectividade Layer 3 bidirecional entre várias VPCs e redes locais, com acesso completo aos recursos das VPCs.
  • AWS PrivateLink: Oferece acesso unidirecional de uma VPC consumidora a um serviço específico na VPC do provedor.

Caso de uso

  • Transit Gateway: Ideal para redes grandes e complexas que exigem roteamento e gerenciamento centralizados de VPCs e redes locais.
  • AWS PrivateLink: Mais indicado para disponibilizar serviços específicos com segurança, sem acesso completo à rede.

Arquitetura

  • Transit Gateway: Usa um modelo hub-and-spoke no qual cada VPC e rede local se conecta ao gateway.
  • AWS PrivateLink: Usa endpoints de interface para conexões privadas, com foco no serviço em vez do acesso à rede inteira.

Roteamento transitivo

  • Transit Gateway: Oferece suporte e permite comunicação entre as VPCs conectadas.
  • AWS PrivateLink: Não oferece suporte. O tráfego fica limitado ao endpoint entre consumidor e provedor.

Conectividade de rede

  • Transit Gateway: Oferece conexões dentro da região e entre regiões.
  • AWS PrivateLink: Limitado à região das VPCs, mas pode usar Transit Gateway para acesso centralizado de várias VPCs.

Segurança

  • Transit Gateway: Oferece roteamento seguro e controle centralizado entre VPCs e ambientes locais.
  • AWS PrivateLink: Mantém o tráfego na AWS e restringe o acesso a serviços específicos.

Complexidade

  • Transit Gateway: Configuração inicial mais complexa pelo roteamento centralizado, mas simplifica a gestão contínua de grandes redes.
  • AWS PrivateLink: Mais simples para serviços específicos, com criação e gerenciamento diretos de endpoints.

Casos de uso

Escolha o Transit Gateway se:

  • Precisar gerenciar e rotear tráfego entre muitas VPCs e redes locais.
  • Sua arquitetura exigir roteamento transitivo entre várias VPCs.
  • Procurar uma solução escalável que simplifique a gestão e suporte roteamento complexo.

Escolha o AWS PrivateLink se:

  • Precisar de acesso privado e seguro a serviços específicos a partir de outra VPC.
  • Exigir acesso unidirecional para controles mais rigorosos.
  • Quiser uma solução simples para conectividade com serviços na rede AWS.

Transit Gateway e emparelhamento de VPCs

Principais diferenças:

Opções de conectividade

  • Emparelhamento de VPCs: Conecta duas VPCs diretamente, sem transitividade. A VPC A pode acessar a VPC B, mas a VPC B não pode chegar à VPC C pela VPC A.
  • Transit Gateway: Atua como hub para VPCs e redes locais, permitindo roteamento transitivo por um único gateway.

Arquitetura

  • Emparelhamento de VPCs: Cria uma malha em que cada VPC precisa de conexão direta com todas com que se comunica, tornando-se complexo em grandes ambientes.
  • Transit Gateway: Usa hub-and-spoke, reduzindo a complexidade de várias conexões de emparelhamento.

Roteamento transitivo

  • Emparelhamento de VPCs: Não oferece suporte e exige conexões diretas entre VPCs.
  • Transit Gateway: Oferece suporte à comunicação entre VPCs pelo gateway.

Conectividade de rede

  • Emparelhamento de VPCs: Limitado à mesma região AWS, embora o emparelhamento entre regiões esteja disponível com considerações adicionais.
  • Transit Gateway: Oferece conectividade regional e entre regiões, com maior flexibilidade e escalabilidade.

Complexidade

  • Emparelhamento de VPCs: Mais simples para redes pequenas, mas se torna complexo com o aumento das VPCs e conexões.
  • Transit Gateway: Configuração inicial mais complexa, mas facilita a gestão e a expansão de grandes redes.

Escala

  • Emparelhamento de VPCs: Adequado para redes menores com poucas VPCs.
  • Transit Gateway: Projetado para grandes redes com milhares de VPCs e conexões locais.

Limite de largura de banda

  • Emparelhamento de VPCs: Depende do tipo de instância e de seus recursos de rede.
  • Transit Gateway: Oferece maior capacidade para transferências de grande volume entre VPCs.

Latência

  • Emparelhamento de VPCs: Geralmente menor por ser uma conexão direta.
  • Transit Gateway: Ligeiramente maior pelo salto adicional, normalmente irrelevante para a maioria das aplicações.

Casos de uso

Escolha o emparelhamento de VPCs se:

  • Precisar de conexões diretas e de baixa latência entre poucas VPCs.
  • Sua arquitetura for simples e tiver poucas VPCs.
  • Quiser evitar os custos adicionais de Transit Gateway.

Escolha o Transit Gateway se:

  • Precisar de roteamento transitivo entre várias VPCs e redes locais.
  • Gerenciar uma rede grande e complexa com muitas VPCs.
  • Precisar de uma solução escalável que simplifique a gestão e suporte alta largura de banda.

Principais diferenças:

Conectividade

  • AWS Direct Connect: Oferece conexão privada dedicada entre seu data center local e a AWS, evitando a internet pública para uma conexão segura e confiável.
  • AWS PrivateLink: Conecta VPCs a serviços AWS ou aplicações próprias hospedadas na AWS usando IPs privados.

Caso de uso

  • AWS Direct Connect: Ideal para nuvem híbrida com conexão segura, de baixa latência e alta largura de banda entre infraestrutura local e AWS.
  • AWS PrivateLink: Mais indicado para acesso privado e seguro a serviços AWS e SaaS de terceiros a partir da VPC, sem internet pública.

Arquitetura

  • AWS Direct Connect: Cria uma conexão física por cross connect em um local Direct Connect. Ela pode ser dividida em interfaces virtuais para separar workloads.
  • AWS PrivateLink: Usa Elastic Network Interfaces (ENIs) para criar endpoints de VPC e comunicação privada com os serviços.

Desempenho

  • AWS Direct Connect: Oferece desempenho consistente de 50 Mbps a 100 Gbps para workloads de alta taxa de transferência e baixa latência.
  • AWS PrivateLink: Geralmente oferece baixa latência na AWS, mas depende da configuração da VPC e dos endpoints usados.

Segurança

  • AWS Direct Connect: Isola o tráfego da internet pública e reduz ameaças externas. É possível adicionar criptografia por VPN.
  • AWS PrivateLink: Mantém o tráfego na rede AWS e reduz a superfície de ataque. Todo o tráfego permanece privado e seguro.

Custo

  • AWS Direct Connect: Inclui conexão física, transferência de dados e cobranças por velocidade da porta e localização.
  • AWS PrivateLink: Cobra processamento do endpoint e transferência na rede AWS. Geralmente mais econômico para serviços AWS e aplicações de terceiros.

Complexidade da configuração

  • AWS Direct Connect: Exige instalação física e coordenação com AWS e provedores de rede, tornando o início mais complexo e demorado.
  • AWS PrivateLink: Mais simples por endpoints criados no AWS Management Console, APIs ou modelos CloudFormation.

Casos de uso

Escolha o AWS Direct Connect se:

  • Precisar de conexão segura, dedicada e de alta largura de banda entre infraestrutura local e AWS.
  • Suas aplicações exigirem desempenho consistente e baixa latência.
  • Transferir grandes volumes entre ambientes locais e AWS.

Escolha o AWS PrivateLink se:

  • Precisar acessar serviços AWS ou SaaS de terceiros de forma privada pela VPC.
  • Quiser simplificar a arquitetura evitando endpoints expostos à internet.
  • Precisar de configuração rápida e simples de conectividade privada na AWS.

Atualmente, o PrivateLink não está disponível entre regiões: o endpoint consumidor deve estar na mesma região do serviço de endpoint do provedor. Porém, você pode combinar PrivateLink com emparelhamento de VPCs ou Transit Gateways para conectar serviços e consumidores em regiões diferentes.

Isso pode ser feito no lado consumidor ou provedor. Crie uma VPC na região do serviço PrivateLink e implante nela o endpoint. Em seguida, use emparelhamento ou Transit Gateway para conectá-la à VPC desejada na sua região.

Implantação de uma VPC

Para acessar um serviço PrivateLink, crie um endpoint de interface em uma de suas VPCs. Ele é uma interface de rede com IP na sub-rede da VPC. Os clientes acessam o serviço conectando-se a esse IP.

A interface pode ser acessada por clientes da mesma VPC, de outras VPCs por emparelhamento ou Transit Gateway e de ambientes locais por Direct Connect.

Cada endpoint fica em uma única zona de disponibilidade. Para alta disponibilidade, implante várias interfaces em zonas diferentes. O PrivateLink também se integra ao Route 53 Resolver para resolver automaticamente os FQDNs dos serviços para o IP local do endpoint.

A imagem mostra como implantar e acessar os endpoints de outras VPCs e ambientes locais.

Endpoints de interface de VPC

Para criar um endpoint, abra a seção VPC do console AWS, selecione Endpoints à esquerda e clique em Create endpoint à direita.

Criar um endpoint de interface de VPC

Nessa página, você cria endpoints para serviços nativos AWS, parceiros PrivateLink Ready, AWS Marketplace ou outros serviços PrivateLink.

Os serviços AWS e Marketplace são selecionados em uma lista. Para parceiros PrivateLink Ready e outros serviços de endpoint, é necessário informar o nome do serviço, fornecido pelo provedor.

Na data de publicação, 142 serviços AWS estavam disponíveis pelo PrivateLink, também listados em Create Endpoint. Usos comuns incluem acesso privado a S3, SQS e Systems Manager.

Confira exemplos de serviços SaaS disponíveis pelo PrivateLink no AWS Marketplace.

Você também pode consultar a lista de ofertas dos parceiros tecnológicos AWS para ver opções atuais. Procure a designação “AWS PrivateLink Ready Product”.

Como AWS Technology Partner de confiança, a Megaport pode estender sua conexão AWS PrivateLink pela rede definida por software (SDN) e pelo backbone privado global.

Isso oferece conectividade simplificada, automatizada e otimizada com serviços AWS, SaaS e aplicações internas a partir de data centers, locais corporativos, WANs, filiais e outras nuvens.

Usando a Megaport como ponto único de interconexão, você conecta recursos AWS a outros provedores com o Megaport Cloud Router (MCR) e obtém conexão AWS de filiais à nuvem com um parceiro de integração SD-WAN no Megaport Virtual Edge (MVE).

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